Entenda porque a fila de espera do Auxílio Brasil pode ser zerada apenas temporariamente.

Imagem: Reprodução/Google



Nesta semana, a Assembleia Nacional deverá retomar as discussões sobre a PEC sobre a bondade do governo federal. Entre outros pontos, o documento prevê um aumento no valor de programas sociais no planalto, como o Auxílio Brasil. Além disso, o Departamento de Direitos Civis poderia reduzir a lista de espera para programas controversos a zero.


De acordo com a PEC em análise, um dos planos do governo federal é encerrar a lista de espera no início do semestre. Para isso, eles planejam adicionar pouco mais de um milhão aos seus salários de benefícios. Esse número pode ser suficiente para zerar a fila com base no número do Departamento de Cidadania.


Mas mesmo que a PEC seja aprovada pela Assembleia Nacional e o governo federal consiga reduzir a fila de espera para zero, não há garantia de que ela continuará zerada nos próximos meses. Em suma, o Poder Executivo promete zerar as filas somente no momento em que as regras forem publicadas. Então não haverá mais obrigações.


Por exemplo, suponha que a PEC foi formalmente autorizada em 1º de agosto. Nesse sentido, o governo federal escolhe os nomes de mais de um milhão de pessoas que estão na fila exatamente no dia das sanções. No entanto, há um fenômeno chamado "fila". Este é um grupo que contém usuários que atendem aos critérios, mas não estão na fila.


Se um cidadão entrar oficialmente na fila apenas no dia 2 de agosto, considerando a data no exemplo acima, ele não terá o direito de participar diretamente do programa social. Assim, os cidadãos começam a fazer parte de uma nova linha que começa a se formar assim que a linha atual atinge zero. O ciclo permanece o mesmo.


A situação já aconteceu antes.


Vale lembrar que o fenômeno acima não é necessariamente novo para o governo federal. Em janeiro passado, o Poder Executivo anunciou oficialmente que conseguiu reduzir para zero a fila de participação em programas sociais.


Desde então, no entanto, a fila foi remodelada e cresceu ainda mais ao longo de vários meses. Segundo dados do próprio Ministério da Cidadania, mais de 700 mil brasileiros estavam na lista de espera em maio passado.


Os dados da Federação Nacional dos Municípios (CNM) são ainda maiores. Segundo o grupo, cerca de 3 milhões de brasileiros fizeram fila em abril para fazer fila na folha de pagamento de ajuda brasileira.


Lista de espera por ajuda ao Brasil


Uma fila de programas sociais é formada quando o número de pessoas que atendem a todos os requisitos de entrada é maior do que o número de vagas disponíveis para esse projeto em particular.


Em certos casos de ajuda brasileira, o governo federal está oferecendo um montante ligeiramente superior a R$ 12 bilhões para pagar R$ 400 por família em 89 meses. Portanto, esse montante é suficiente para realocar algo de cerca de 18 milhões de pessoas.


Para conseguir mais pessoas, o governo federal precisará abrir novas fontes de financiamento. Essa é exatamente a função da PEC da Ajuda, que ainda está em tramitação na Câmara dos Deputados e pode ser votada nos próximos dias.

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