Pílula antirressaca: Medicamento promete reduzir efeitos do álcool como ‘mágica’. Veja!




Já imaginou que não precisa sofrer de sintomas indesejados causados por ressacas? Isso é exatamente o que as novas pílulas de ressaca prometem. O recente lançamento da empresa farmacêutica De Faire Medical no Reino Unido foi bem sucedido em suas vendas, e em apenas 24 horas as ações foram esgotadas por 6 meses.


A empresa que desenvolveu a droga, que promete dar alívio aos principais transtornos causados pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, diz que a droga é resultado de 30 anos de pesquisa. A droga, chamada Myrkl, contém 30 cápsulas, cada uma custando meio quilo.


Ainda de acordo com a empresa fabricante, o efeito da droga dura cerca de 12 horas, que é o momento em que a droga causa a quebra de álcool no intestino e impede que ela atinja o fígado.


Quais são os efeitos das pílulas antirressaca no corpo?


Sabe-se que o álcool é uma bebida decomposta que se transforma em acetaldeído quando atinge o fígado, e como resultado, o ácido acético é produzido no corpo, por isso acredita-se que o corpo sofre dos efeitos negativos das ressacas.


Além do aminoácido L-cisteína, cada comprimido contém bactérias como bacillus coagulance e bacillus subtilis, que convertem álcool em água e dióxido de carbono, impedindo o fígado de produzir acetaldeído e ácido acético. Além disso, a pílula contém vitamina B12, que promove uma sensação de alegria.


Para garantir um efeito positivo, os comprimidos devem ser tomados pelo menos 2 horas antes do início da ingestão de álcool.


Um estudo que comprove o efeito da droga foi publicado na revista científica Nutrition and Metabolic Insights, que estudou a ação clínica de comprimidos em 24 pessoas que, após beber, tinham cerca de 70% menos álcool no corpo em comparação com o grupo controle.


Embora não possamos negar que os benefícios são substanciais, não podemos esquecer que seus efeitos são apenas benéficos para alguns sintomas de ressaca, e outras consequências inerentes, como desidratação e hipoglicemia, não são mencionadas como tratáveis por comprimidos.

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