Presidente Jair Bolsonaro diz que vai ser "fuzilado" ao afirmar que "deve ir" ao debate presencial; Veja detalhes!

Imagem: Reprodução/Google




O presidente Jair Bolsonaro (PSL) da República disse que deve participar do debate presidencial marcado para o próximo domingo (28). A declaração foi feita em uma entrevista nesta sexta-feira (26) no programa "Pânico, Jovem Pan".


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Em entrevista, o CEO revelou que até agora ele "não bateu o martelo", o que significa que ele não sabe se ele realmente vai se encontrar. Mas ele ressaltou que seria "baleado" por seus adversários políticos. "Eu tenho que estar no domingo, eu não vou bater o martelo. Em algum momento, pensei que não deveria ir, mas acho que iria. Eu vou levar um tiro, eles sempre vão atirar em mim", disse ele.


Ainda assim, Bolsonaro reiterou na conversa que era alvo de políticos, mas desta vez ressaltou que estava pronto e estratégia. "A resposta será fácil quando se trata de responder que você não deve nada a si mesmo, então é tranquilo responder a essas acusações que fizemos na mídia, especialmente no que diz respeito ao COVID-19", disse Bolsonaro.


Uma possível discussão entre os participantes de Bolsonaro deve ocorrer no próximo domingo, às 21h. Serão realizadas conferências políticas em parceria com o "UOL", "Folha de S.Paulo", "TV Bandeirantes" e "TV Cultura".


A presença do presidente tem sido alvo de especulações nas últimas semanas. Nesta sexta-feira, antes de um discurso de Bolsonaro, incluindo o colunista Mal Gaspar, o "O Globo" disse que a fonte havia lhe dito que o CEO havia desistido das discussões.


Mas no final da noite de sexta-feira, o mesmo jornalista revelou que a situação havia mudado quando membros da Cúpula Presidencial chegaram à conclusão de que ir ao debate seria benéfico para o presidente. de sua zona de conforto.


Segundo o comunicador, se Bolsonaro confirmar sua presença, Lula irá a um debate em São Paulo. Se a dupla decidir se encontrar, entrarão em confronto com outros quatro candidatos ao Palazzo Planarto: Luis Felipe Davila (Novo), Soraya Slonique (Unian Brasil), Simone Tebeto (MDB) e Ciro Gomez (PDT).

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