Quem tem direito ao seguro-desemprego de até R$ 2.106,08 em 2022? Confira

Imagem: Reprodução/Google




Desde o início da pandemia Covid-19, a demanda por seguro-desemprego aumentou nos últimos meses devido ao aumento do número de demissões. Esse benefício é pago em 3 a 5 parcelas aos trabalhadores que forem demitidos sem um bom motivo. A parcela máxima é de R$ 2.106,08. Descubra quem tem direito ao seguro e como solicitá-lo.


O cálculo do seguro em questão leva em conta a média das horas trabalhadas antes da demissão e os últimos três salários. No entanto, as parcelas não podem ser inferiores aos R$1.212 salários mínimos. Após a rescisão do contrato, o trabalhador tem até 120 dias para entrar no pedido de dinheiro.


Seguro-desemprego: Quem tem direito e como pedir?


Trata-se de um benefício criado para garantir assistência financeira aos trabalhadores após demissão injusta. Em outras palavras, é uma forma de dar renda à família até que a pessoa consiga um novo emprego.



Os seguintes trabalhadores têm direito ao seguro:


  • Quem atuou em regime CLT e foi dispensado sem justa causa;
  • Teve o contrato suspenso em virtude de participação em programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador;
  • O pescador profissional durante o período defeso;
  • O trabalhador resgatado de condição semelhante à escravidão.


Além desse ponto, também é necessário cumprir outros requisitos que garantam o acesso ao seguro-desemprego. Se for o primeiro pedido de benefícios, o trabalhador deve estar trabalhando há pelo menos 12 meses com carteira assinada pela CLT. Por outro lado, no caso da segunda solicitação, o tempo de trabalho é reduzido para 9 meses.


Desde o terceiro pedido, você já precisa de apenas 6 meses de trabalho. É bom prestar atenção ao espaço necessário entre uma solicitação e outra (pelo menos 16 meses). Para preencher a solicitação, o especialista não precisa de atendimento presencial. Basta acessar sua Carteira de Trabalho Digital e solicitar seus benefícios. Outra opção é através do gov.br, portal do governo federal. Uma das últimas opções é ligar para o telefone 158.


Por outro lado, quem não tem acesso à internet ou telefones disponíveis pode procurar a supervisão regional do emprego ou unidades do sistema nacional de emprego (onda do Sine).

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