Consórcio é melhor que financiamento? Descubra aqui

Imagem: Reprodução/Google




Uma alternativa para a aquisição de bens de alto valor, com as melhores taxas de juros, seria a aquisição de ações de consórcio. 


O que distingue esse método do financiamento tradicional é, essencialmente, o imediatismo no recebimento da mercadoria e o valor pago como valor final, mas há outros detalhes a considerar.


Neste artigo, daremos os principais pontos que você precisa analisar antes de decidir entre escolher um financiamento convencional ou um consórcio.


Consórcio melhor do que financiamento?


Essa questão é pertinente quando o tema abordado é a aquisição de uma mercadoria material, principalmente aquela que é considerada permanente.


E neste caso, geralmente pensamos em carros e casas, mas há muitos outros ativos que podem acessar essa conta.


Um bom exemplo disso é a perspectiva financeira para uma empresa engajada no transporte de mercadorias e precisa renovar sua frota. A aquisição de novos caminhões pode ser compartilhada através de um dos dois métodos.


Outros imóveis, bem como casas e apartamentos, como terras industriais e celeiros, também podem ser citados.


Além disso, existem instalações de hortas de fábrica que podem ser modernizadas ou sujeitas à expansão, exigindo a compra de mais máquinas.


O fato é que neste momento, além do pagamento à vista, há opções de aquisição por consórcio ou financiamento. E aqui surge o grande dilema: Qual é melhor?


A resposta a esta pergunta nunca é simples e o que é dito mais comumente pode deixar muita gente inquieta: isso depende.


Há uma série de fatores a serem analisados e cabe a cada um de vocês decidir o que é melhor para você a qualquer momento.


No entanto, contra a matemática ninguém pode se opor e saber qual dos dois gasta muito dinheiro pode ser uma boa medida de comparação.


Financiamento é dívida e consórcio não.


Lembre-se, estamos falando de conseguir uma mercadoria, certo? Assim, a situação ideal é comprar dinheiro, principalmente quando se trata de uma mercadoria de baixo valor, como máquinas e equipamentos.


Mas quando se trata de bens duráveis, esta pode ser uma situação inviável. Imagine economizar 30 anos para comprar uma casa. Mesmo curtindo o bem estará em risco, porque um dia todo mundo vai deste mundo.


Assim, considerando do ponto de vista a necessidade de escolher entre um e outro, deve-se notar que o financiamento acaba sendo uma dívida contratada.


Já o consórcio não é


Vale ressaltar que estamos falando do momento em que ele ainda não esperava o bem, porque depois disso acontece, não pagar o consórcio é como não pagar o financiamento.


Mas originalmente não é assim que acontece. Assim, há uma barreira muito menor para a entrada no consórcio, pois como não há ativos adquiridos inicialmente, não há necessidade de compensação financeira.


O financiamento só é possível com uma certa porcentagem da mercadoria sendo paga como forma de iniciar o processo.


No consórcio, até mesmo uma pessoa passiva pode fazer parte dele. Ela escolhe o item que quer receber e agora pode começar a pagar parcelas.


Claro que, em uma possível reflexão, as circunstâncias serão reanalisadas, mas ela ainda participará do grupo e não perderá o dinheiro acumulado.


Consórcio como investimento?


Porque, como estamos acostumados, um consórcio pode até atuar como uma espécie de investimento, mas isso não é conhecimento que pode ser considerado extenso.


Quando você faz parte de um consórcio, há correções nas letras de crédito de acordo com um indicador específico. 


Esse indicador varia de acordo com o diretor do consórcio, patrimônio do consórcio, entre vários outros fatores.

 


Mas, em última análise, a verdade é que sempre existem algumas maneiras de avaliar o crédito escolhido em um primeiro momento.


Traga para os números: Imagine que o consórcio escolhido foi um saldo de 50.000 reais. O credor paga as parcelas corretamente, mas elas não foram pensadas.


No entanto, esse consórcio é indexado a uma taxa de ajuste anual que terminou em 10% nesse período.


Assim, quando o ano "vira", o crédito originalmente de R$ 50 mil vai para R$ 55 mil. 


Ou seja, houve uma apreciação do capital que deveria ser adquirida quando a meditação ocorreu.


Isso soa como um grande recurso, não é? 


E, claro, você tem que ir para a conta de quem você está procurando entre a criação de um consórcio ou financiamento para obter uma mercadoria.


Expansão de mercado


Especialmente no momento, o setor sindical vive seus melhores momentos em dez anos, especialmente no cenário de altas taxas de juros, que custeia custos de financiamento.


Segundo a Associação Brasileira de Dirigentes de Federações (ABAC), houve um aumento de 12,1% no volume de novas cotas no primeiro semestre em 12,1%, totalizando 1,85 milhão.


No mesmo período do ano passado, foram vendidas 1,65 milhão de ações.


Veja categorias com participações de consórcios mais vendidos


  • 709.38 A - veículos leves;
  • 589,92 A - motocicletas;
  • 307,41 A - imóveis;
  • 119,84 A - veículos pesados;
  • 92,52 A - eletrônica;

Segundo a ABAC, o total de dotações contratadas desses contratos foi de R$ 119,57 bilhões, um aumento de 15,7% em relação ao mesmo período de 2021.


Enquanto isso, o ticket médio em junho foi de 67,4 mil reais contra 66,16 mil reais no ano anterior.


O volume de participantes ativos encerrou junho em 8,76 milhões, um aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado.


Meios de contemplação


Bem, é aqui que pode ser algum tipo de "sapato no sapato" para aqueles que escolhem o consórcio.


Embora não haja barreiras de entrada (porque mesmo negativas podem entrar em um consórcio), a verdade é que você não tem o bem que você realmente paga.


Em linhas claras, você paga por algo que você ainda não tem quando cria um consórcio. E essa é realmente a ideia.


Como antecipar?


Daí a questão surge sobre como os crentes obtiveram o bem pelo qual estavam pagando por isso. E são basicamente de duas maneiras.


Em linhas claras, você paga por algo que você ainda não tem quando cria um consórcio. E essa é realmente a ideia.


Daí a questão surge sobre como os crentes obtiveram o bem pelo qual estavam pagando por isso. E são basicamente de duas maneiras.O primeiro é através do famoso arremesso. Em cada assembleia mensal, os membros podem licitar como forma de antecipar parcelas.


Como acontece no leilão, o maior ganha e leva a boa casa. Como bônus, o número de prêmios (que na época se torna uma dívida) diminui e o consorciate se aproxima do reembolso da mercadoria.


Bingo?


O outro caminho é através das nuvens e isso dá até mesmo um resfriado no abdômen.


Como acontece no leilão, o maior ganha e leva a boa casa. Como bônus, o número de prêmios (que na época se torna uma dívida) diminui e o consorciate se aproxima do reembolso da mercadoria.


O outro caminho é através das nuvens e isso dá até mesmo um resfriado no abdômen. A lógica é simples e semelhante à lógica do bingo: todo mundo tem um número, um sorteio passa a ser registrado e o vencedor conquista o bem.


Nesse modelo, há um fato interessante de que não há valor pendente, e o previsto só continua pagando suas parcelas normalmente, que, via de regra, são inferiores às parcelas do financiamento.


No entanto, muitas pessoas entram em um consórcio com a certa impressão de que estarão prontas. Talvez ninguém imagine que ele poderia ser o último destinatário de um grupo de 200 pessoas.


Mas alguém sempre é


Por fim, o consórcio tem muitas vantagens sobre o financiamento, mas também desvantagens. Talvez o maior deles seja a falta de bondade imediata.


Mas para quem não tem urgência e sabe esperar, pode ser uma ótima opção. Mesmo por causa da valorização que acontece com a carta de crédito, o consórcio é melhor que o financiamento.

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