Michelle condena ação de Tebet contra Bolsonaro; Acompanhe o caso

Imagem: Reprodução/Google



Durante um evento voltado para mulheres que ocorreu no Estado do Rio Grande do Sul, o primeiro-dama, Michelle Bolsonaro, sem mencionar diretamente o nome do candidato do MDB, Simone Tebet, disse que eles estavam "tentando silenciar outra mulher".


Junto com seu marido, Jair Bolsonaro, do PL, a primeira-dama,  a primeira-dama, Michelle, levantou uma agenda conservadora e comentou sobre a perseguição espiritual, citando exemplos que vive na Nicarágua, como a perseguição aos cristãos e comentários sobre a igreja no Brasil.


Ação de Simone Tebet contra Jair Bolsonaro e Michelle


Nesta semana, o Tibete entrou com uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra a campanha do presidente Jair Bolsonaro, sobre a participação da primeira-dama na propaganda partidária que foi ao ar na televisão na última segunda-feira, 29 de Agosto.


 De acordo com o processo, Michelle teria participado da peça dentro do prazo. O argumento do Tibete baseia-se no fato de que os "partidários" podem aparecer apenas 25% do tempo em cada anúncio eleitoral e que Michelle teria ficado mais tempo do que isso.


A primeira-dama comentou que a perseguição é óbvia, quando em algum momento se diz que as mulheres precisam votar nas mulheres, e aquela mulher pode estar onde quiser, mas logo depois ela entra na justiça e tenta silenciar outra mulher.


Nesse sentido, Simone Tebet disse que nem homem nem mulher está acima da lei e que a lei é soberana.


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No evento, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, convocou as mulheres a agirem como "cristãs", porque era hora de falar de política.


Nesse sentido, a esposa do presidente e candidato à reeleição, Jair Messias Bolsonaro, também falou da Nicarágua, onde as relações entre o governo de Daniel Ortega e a cúpula da Igreja Católica na Nicarágua estão presenciando um momento delicado.


 "Este é o momento em que Deus deu à nação brasileira para ver o que o comunismo está fazendo com os cristãos. O comunismo começou a perseguir, ridicularizar, fechar e incendiar igrejas. Em pouco tempo, se a população brasileira não acordar, isso pode chegar ao Brasil sim e os protestantes também serão derrotados."


Após o discurso de sua esposa, o candidato Jair Bolsonaro, do Hizb ut-Tahrir al-Shaabi, falou por mais 40 minutos. Com isso, o presidente voltou a condenar o que chama de "ideologia de gênero", defendeu o tráfico de armas, criticou questões de legalização de drogas e continuou com a agenda conservadora que Michelle Bolsonaro tinha.


"Sofri um pouco de ditadura aqui no Brasil por ocasião da pandemia quando alguns governadores e prefeitos fecharam igrejas", disse Bolsonaro. "A igreja não fecha ou está em guerra."


Além disso, o presidente também disse sobre o baixo preço da gasolina e disse que, se fosse preciso, negociaria 20 vezes com o chefe da Petrobras para compensar o impacto dos preços mais baixos.

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