Novo auxílio de R$5 MIL para Estudantes: O que se sabe até agora sobre o benefício? Confira detalhes

Imagem: Reprodução/Google




A candidata à presidência Simone Tebet (MDB) voltou a falar sobre o apoio estudantil que propôs. Ela confirmou a ideia de pagar R$ 5 mil para alunos que pudessem concluir o ensino médio. Em nota do jornal O Estado de São Paulo, o deputado Tebet disse que não havia condições de qualquer tipo para essa medida.


"Essa proposta é baseada na experiência de sucesso que aconteceu quando você não nasceu", disse o candidato. "Quando Ruth Cardoso e Fernando Enrique teve a brilhante ideia de pagar as mães para mandar seus filhos para escolas primárias e creches, mãe, você não sabe a importância da educação, mas nós sabemos", continuou ela.


"Nós vamos pagar você para levar seus filhos para a escola, o que aconteceu como resultado? Quase 100%, 96% e 98% dos nossos filhos estão matriculados no ensino fundamental. Como no passado, agora queremos isso para os jovens do ensino médio", disse ela.


"Eles (os jovens) chegam no Ensino Fundamental II e param de estudar, então vamos pagar esse jovem para estudar. Não há condicionamento. Não há razão para que esse seja o caso que não seja tirar esses jovens das ruas e ter uma perspectiva de vida através da educação, independentemente de sua periferia", concluiu o senador.


Não é a primeira vez que Tebet fala sobre isso, mas é a primeira vez que ela elabora sua proposta em uma entrevista. Em um plano de governo enviado pela Emmedevista à Assembleia Nacional, a declaração pública apenas afirma que pretende pagar bolsas de estudo para graduados do ensino médio, mas não detalha a liberação.


Auxílio de R$ 600


Recentemente, Simone Tebet também comentou sobre o estado de auxílio ao Brasil. Em agosto, o governo federal enviou à Assembleia Nacional uma proposta orçamentária que reduziria o valor do programa de R$600 para R$405.


"R$600 está lá fora e ninguém vai aceitar, vai ser In-Inman. Mesmo que no próximo ano, excepcionalmente, tenhamos que criar crédito extraordinário para isso, como é feito, há dinheiro para isso. Este ano vamos votar, então o problema está resolvido", disse ela quando perguntada sobre isso.

"Precisamos recuperar esse sistema para quem sabe administrar, que sabem cuidar de pessoas que são municípios", disse, completando a entrevista. Na avaliação dos candidatos, hoje a administração do Cadúinico estará muito mais nas mãos do governo federal, o que pode dificultar a captura de pessoas em situação de vulnerabilidade social.


Outros candidatos


A Tebet não é a única candidata a se comprometer a manter o auxílio Brasil em R$600, além de criar um novo programa social em 2023. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) revelou que pode pagar mais R$ 200 para usuários que conseguirem o emprego.


O ex-presidente Lula (PT) disse que, além de manter os auxílios brasileiros nas casas por R$600, podem ser pagos mais R$150 para cada criança menor de seis anos que more em cada casa registrada no Cadúnico.


O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse que pagaria algo como uma renda básica universal de R$ 1.000 por família a partir de 2023. Ele disse que poderia fazer um pagamento turbinado depois de cobrar uma taxa que ele chamou de "super rica".

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