INSS: Síndrome do pânico pode garantir acesso ao auxílio-doença; Veja como funciona

Imagem: Reprodução/Google




Esse recurso é um benefício para trabalhadores sem competência plena e temporária para o exercício das atividades profissionais. É exigido um período mínimo de carência de 12 meses, mas essa regra pode não ser aplicada em alguns casos. Saiba agora se a síndrome do pânico é uma condição que pode trazer benefícios para a doença.


Como regra geral, um especialista não deve poder trabalhar por mais de 15 ou 60 dias consecutivos. Para ter acesso aos benefícios, você deve se submeter a perícias médicas que devem avaliar a real necessidade de benefícios por doença. Caso contrário, um tipo diferente de recurso pode ser recomendado.


Auxílio-doença por síndrome do pânico


A falta de competência no trabalho é evidenciada por documentos médicos. Isso inclui provas, testes, prescrições, relatórios ou outros documentos que possam comprovar sua saúde física e psicológica.


O Instituto Nacional de Pesquisas Previdenciárias (INSS) agenda perícia médica, considerando que esse é um passo essencial para a obtenção de benefícios. Algumas doenças, como depressão e transtorno bipolar, dão acesso à ajuda.


A síndrome do pânico também permite que os trabalhadores confiem nos benefícios dos benefícios de doença. Em alguns casos, pode até resultar em aposentadoria por invalidez. Além da perícia médica, a apresentação de toda a documentação médica será um fator para determinar se o benefício é um auxílio-doença ou outra reclamação.


Síndrome do pânico deixa sérias consequências para os trabalhadores lidarem. Entre os sintomas estão fadiga emocional, sensação de incapacidade em diferentes situações, baixa autoestima e medo constante, além disso.


Pode haver várias outras pistas envolvidas. Qualquer profissional que apresente algum desses sinais deve procurar ajuda de um psicólogo ou terapeuta para acompanhar o acompanhamento adequado.


Em casos mais graves, os trabalhadores podem experimentar sensações semelhantes ao pulso cardíaco, náuseas e até mesmo dor no peito. Por essas razões, pessoas diagnosticadas com a síndrome podem ficar afastadas por um determinado período de tempo por auxílio-doença ou, em casos mais graves, até mesmo obter aposentadoria por invalidez.

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