Campanha de Lula quer tornar Bolsonaro inelegível com ações no TSE; Entenda

Imagem: Reprodução/Google



A equipe que fez campanha para Luis Inácio Lula da Silva (PT), eleito presidente da República no último domingo (30), deve ir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima semana para desqualificar o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado nas pesquisas de opinião. Pelo menos duas medidas de investigação eleitoral estão sendo preparadas. Eles devem listar as acusações contra o atual administrador por abuso de poder político e econômico. A informação é da CNN Brasil.


Uma das ações é investigar as declarações de Bolsonaro contra o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas sem a apresentação de provas. É preciso levar em conta as manifestações de apoiadores de Bolsonaro que não aceitaram os resultados eleitorais e bloquearam rodovias em todo o país, além do apoio de políticos como os deputados eleitos Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Nicolás Ferreira (PL-MG).


A segunda ação terá como foco as ações econômicas do governo federal e os benefícios liberados ao público durante o processo eleitoral. Nele, a concessão de créditos salariais aos beneficiários do auxílio brasileiro foi suspensa pela Caixa Econômica Federal até o dia 14 de novembro. No entanto, a Emenda Constitucional (PEC), que elevou a parcela da ajuda brasileira para R$ 600 até o final deste ano, deve ser excluída. O motivo seria o voto sim de algumas bancadas petistas quando a questão foi aprovada pela Assembleia Nacional.


Essas duas ações se somam às outras quatro ações já apresentadas ao TSE durante a campanha de Lula, o que poderia desqualificar Bolsonaro. Eles questionam o funcionamento do ecossistema de desinformação pelos bolsonaristas, o uso de máquinas nos atos de 7 de setembro, o possível abuso de poder no discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) e a demissão de SMS utilizando o banco de dados público do Paraná.

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