CNH mais barata pode ser o fim das autoescolas; O que esperar?

Imagem: Reprodução/Google



O novo projeto de lei proposto pela senadora Kátia Abreu (PDT-TO) visa reduzir o custo geral do processo de licenciamento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Este texto destina-se a flexibilizar as questões documentais, especialmente as válidas para as categorias A e B.


Uma vez que a lei entre em vigor, a frequência dos alunos às escolas motorizadas deixará de ser obrigatória, abrindo caminho para que os interessados em obter a CNH aprendam a dirigir de outras formas. Contanto que os freelancers se qualifiquem para a função, as pessoas podem ter aulas com eles.


A prova de aquisição da carteira continua obrigatória.


A legitimidade do projeto é o alto preço cobrado pela escola motorizada por uma licença de condução. O processo pode ultrapassar R$ 3 mil, dependendo da região, o que significa que custará mais de dois salários mínimos em 2022. O PL tem como objetivo reduzir o custo do processo em até 80% para que mais pessoas possam acessar a CNH.



As novas medidas acabarão com as escolas automatizadas?


Como o projeto ainda não foi aprovado, não é possível dizer se essa medida entrará em vigor no país e por quanto tempo. Espera-se que o projeto de lei seja colocado em votação no início do próximo ano.


Vale ressaltar também que, mesmo com a aprovação do projeto, a escola mecanizada continuará existindo. Embora esse processo possa não ser mais obrigatório, muitos mantêm seu interesse em assistir às aulas. Além disso, as instruções dos interessados devem ser emitidas por um profissional qualificado vinculado ao Detran. Isso permite que a escola coordene os serviços e retenha uma grande parcela dos alunos.

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