Janja escolhe quem vai subir a rampa com Lula; Confira

Imagem: Reprodução/Google




A futura primeira-dama, Janja da Silva(PT), decidirá quem subirá a rampa do Palácio do Planalto com o presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva (PT) em 1º de janeiro de 2023. Além dela, na figura de uma esposa juramentada, existe a resistência de um que se juntou ao casal depois que o político deixou o presídio em Curitiba.


Membros da coordenação da inauguração confirmaram que Janja queria a presença da Resistência subindo a rampa como um ato simbólico. O cão deve ser treinado para não se assustar com multidões e barulho, como sugerem aqueles próximos à futura primeira-dama. A preocupação de que o animal se afaste do dono e se perca entre as pessoas deve ser resolvida com uma coleira, mas como ela se manifestará ainda não foi determinada.


Uma pessoa próxima à esposa de Lula explicou à coluna por que ela queria deixar o cachorro subir a ladeira. "Por tudo o que o presidente suportou em Curitiba, é simbólico", disse a fonte. A ideia de colar vem ganhando força, já que os integrantes da Polícia Federal responsáveis pela segurança do evento não dificultaram a existência do animal, desde que não houvesse perigo de fuga.


Por que Resistência?


Janja quer a Resistência no momento mais icônico desde que Lula saiu da prisão por causa de sua representatividade. O animal vivia nas ruas de Curitiba e se instalou nos portões da sede da Polícia Federal, onde o petista foi preso, quando foi condenado pelo ex-juiz Sergio Moro. O cachorro foi abraçado por militantes que estavam de guarda no local, e passou a gostar da então namorada do político.


Quando Lula foi solto, depois que o STF considerou os preconceitos de Moro, Janja não quis deixar o cachorro em Curitiba, então decidiu batizá-la em sua resistência e adotá-la. O nome refere-se à força do político, mas principalmente à força dos próprios animais, que resistiram aos tempos na rua. O cachorro também participou da cerimônia que aprisionou o casamento de Lula e Janja.


Dilma vai subir a rampa?


Nos bastidores de Brasília, há pessoas que insistem que Dilma Rousseff (PT) também suba a rampa. Será uma forma de reduzir o que ela sofreu desde o impeachment, que Petista vê como um golpe. Na visão dos integrantes da sigla, se Sergio Moro não tivesse iniciado o que ela classifica como perseguição, não teria havido demissão e Lula teria vencido em 2018.


"É natural que a Dilma esteja presente até passe a faixa", defendeu um parlamentar do grupo no WhatsApp petista. Mas, para quem é próximo, a ex-presidente já avisou que não vai comparecer neste momento. Ela acha que a subida à rampa e a posse são para a régua brilhar, e não quer dividir os holofotes. Com isso, o momento deve ser marcado por Lula, Janja e Resistência.

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