Veja quais são as primeiras medidas do Governo Lula e quais afetam o seu bolso

Imagem: Reprodução/Google




Após as eleições mais polarizadoras e acirradas desde a redemocratização do Brasil, a chapa da vitória liderada pelo presidente Lula (PT) prometeu priorizar o bem-estar social dos brasileiros, especialmente os mais vulneráveis, mas governar para todos. Durante sua posse, no domingo (1º), os delegados começaram a cumprir algumas de suas promessas assinando um pacote de atos administrativos emitidos no primeiro dia útil. Conheça as primeiras medidas do Governo Lula.

Em seu discurso de posse, Lula falou de unidade e focou em programas sociais que devem ajudar a equilibrar as desigualdades no país nos próximos anos. Algumas das 12 medidas já assinadas no domingo se concentram nisso.


Muitos não têm impacto direto e direto no bolso dos brasileiros, como a violação de 100 anos de sigilo, enquanto outros, como as isenções de combustíveis, já discriminam diretamente o valor pago pelos consumidores domésticos.


Outra medida que afeta milhões de brasileiros é a do programa de transferência de renda mantido pelo governo federal. Com o retorno do Bolsa Família, inaugurado no primeiro trimestre de Lula, o foco está novamente no apoio voltado para a renda da família e a educação dos filhos da família. Por esse motivo, além do orçamento garantido de R$ 600, a nova medida traz um adicional de R$ 150 por criança para famílias pobres com crianças de até 6 anos.


Por fim, uma medida que afetará todos os trabalhadores brasileiros de uma forma ou de outra é o novo salário mínimo, que passará a ser de R$ 1.320.


Conheça as primeiras medidas do Governo Lula


Reorganização dos ministérios da Esplanada com a criação de novas pastas e a reabertura dos antigos ministérios.

A transferência de renda não será mais a ajuda do Brasil, mas do Bolsa Família, criado há 20 anos, quando Lula assumiu pela primeira vez.

Prorrogar a isenção de combustível por mais 60 dias (2 meses).

Restrições à posse e posse de armas.

Retomada das políticas ambientais voltadas para a proteção da floresta amazônica.

reabertura do Fundo Amazônia;

Revogação da Regra Bolsonaro, que incentivava a mineração ilegal na Amazônia.

Segundo a nova gestão, a revogação do decreto Bolsonaro, que permitia a separação de pessoas com deficiência (PCD).

Maior participação social nas políticas públicas.

A assinatura de um decreto exigindo que a CGU (CGU) avalie, no prazo de 30 dias, os 100 anos de sigilo imposto pelo governo Bolsonaro.

Retirada da EBC (Empresa Brasileira de Telecomunicações), Petrobras e Correios do programa de desnacionalização nacional.

Finalmente, um despacho solicitando ao Ministério do Ambiente que proponha novos regulamentos ao Conselho Nacional do Ambiente (Conama no prazo de 45 dias).

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