TSE abre apuração contra Bolsonaro e aliados por crimes eleitorais; Entenda!

Imagem: Reprodução/Google



O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Benedito Gonçalves, decidiu nesta quarta-feira (14) um inquérito aberto sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados sobre supostos crimes eleitorais. O magistrado atendeu a dois pedidos da coalizão do futuro chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


A coalizão do presidente de primeira geração acusa Bolsonaro e seus aliados (veja lista abaixo) de praticar "atos de cautela contra o sistema eleitoral do Brasil" antes e depois da eleição. Aqui está o completo (107 KB). Em outras ações, o atual presidente e vice-presidente da chapa de reeleição, general Braganets (PL), foi acusado de abuso de poder político e econômico por infligir benefícios sociais durante a campanha. Isto está completo (95 KB).


No processo, a coalizão de Lula busca compartilhar informações e evidências colhidas nas investigações em andamento de fake news e milícias digitais no STF.


Além de Bolsonaro e Braganet, os deputados do PL foram citados por supostamente fazerem declarações contrárias aos resultados eleitorais. Segundo Benedito Gonçalves, a coalizão de Lula apresentou materiais gráficos, imagens e publicações nas redes sociais, incluindo as declarações públicas investigadas.


Outras listas pesquisadas incluem:


Flávio Bolsonaro, senador (PL-RJ);

Eduardo Bolsonaro, deputado (PL-SP);

Via Khisis, Deputado (PL-DF);

Nicolás Ferreira eleito deputado federal (PL-MG).

Carla Zamberi, Deputada (PL-SP);

Gustavo Geyer eleito deputado federal (PL-GO).

Magno Marta, senador eleito (PL-ES).


Benedito deu cinco dias para que os citados no caso conduzissem suas defesas.

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